Governo do Distrito Federal
Governo do Distrito Federal

Módulo carrossel de destaques principais

Fique atento!

O Arquivo Público do Distrito Federal (ArPDF) disponibiliza, a partir do dia 1º de dezembro, em nosso site e redes sociais, para consulta pública, num período de 60 dias, os documentos do novo Plano de Classificação e Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo relativo às Atividades-Meio do GDF, atualizados a partir de revisão realizada por grupo de trabalho coordenado pela instituição desde 2015.

“Agora é receber as contribuições, processar críticas e sugestões e depois publicar o resultado final do novo PCTT-meio do GDF”, comenta o arquivista e Gerente de Elaboração e Acompanhamento de Instrumentos Arquivísticos, Vanderlei Oliveira.

Arquivistas, historiadores, juristas, gestores e servidores do GDF, assim como profissionais ligados à área de ciência da informação, no âmbito da Administração Pública, estão entre o público alvo da consulta pública.

Plano de Classificação
Tabela de Temporalidade
Índice temático dos instrumentos
Tabela de equivalência dos termas e classificações do PCTT-Meio vigente atualmente no GDF e do novo

 

 

Uma comitiva internacional, visitou, esta semana, o Arquivo Público do Distrito Federal. O intuito da visita de representantes do governo da Indonésia, liderado pelo Assessor Especial do Ministro do Planejamento e Desenvolvimento do país e Chefe da Equipe de Estudo da Transferência da Capital, Imron Bulkin (centro), foi de conhecer o processo de interiorização da capital brasileira, realizada no final dos anos 50, no governo de Juscelino Kubitschek, com a inauguração de Brasília em abril de 1960. A ideia é que informações de projetos similares possam servir de subsídios para o governo indonésio, que desde julho deste ano, vem estudando a possibilidade de mudança da capital, Jacarta, para um outro local mais adequado.

 

Durante o encontro, o grupo estrangeiro ouviu da Coordenadora de Arquivo Permanente do ArPDF, Marli Guedes, todos os detalhes do processo de mudança da capital brasileira do Rio de Janeiro para Brasília, desde as primeiras comissões exploradoras do Planalto Central, lideradas pelo astrônomo belga, Luiz Cruls, no final do século 19, passando pelo concurso do Plano Piloto vencido por Lúcio Costa, há exatos 60 anos, a epopeia que foi a construção da nova capital do país e os primeiros sinais de urbanização da metrópole.

 

Após as explanações da equipe do ArPDF, a comitiva internacional, composta ainda pelo primeiro secretário da embaixada da Indonésia, Febrizki Bagia Mukti e o intérprete, Albert Pondaag, foi convidada a conhecer alguns dos documentos que fazem parte do acervo do Arquivo Público do Distrito Federal, ligados, diretamente, com a transferência da capital para o Planalto Central. Entre as preciosidades, estava o relatório Belcher. Produzido pela empresa norte-americana especializada em interpretações de fotos aéreas, Donald Belcher & Associates, então contratada pelo governo na época, o documento traz informações de levantamentos geológicos, topográficos, cartográficos, hidrográficos e energéticos, da região.

 

A visita de representantes do governo indonésio foi intermediada pela assessoria internacional do Governo de Brasília. Participou também do encontro, Marcelo Salum, Chefe da Divisão da ASEAN (Associação de Nações do Sudoeste Asiático) e do Timor Leste, do Itamaraty.

 

 

Crédito da foto: Luiz Neto/ArPDF

 

 

 

 

Ontem (30), alunos do curso, “Projeto Integrador”, do Centro Educacional 02 do Cruzeiro que participam da disciplina, “Curso Técnico em Serviços Públicos Integrados, do programa, EJA (Educação de Jovens e Adultos)”, visitaram o Arquivo Público do Distrito Federal.  A ideia da turma era aprofundar questões e tirar dúvidas sobre o tema: “O uso das novas tecnologias na Gestão de Informação”.

“Sugeri que o Arquivo Público do DF seria um lugar interessante de visitar e todos ficaram ansiosos”, contou o professor Rafael Fernandes, responsável pela disciplina, “Projeto Integrador”.

 

Durante a visita, os alunos puderam conhecer as principais ações e atividades do ArPDF com as arquivistas, Rejane Canuto, Arkemi Guedes e Deuzani Noleto. Gerente de Tratamento e Preservação de Acervos Digitais do órgão, o servidor Jader Oliveira falou de como o ArPDF está trabalhando no dia a dia o uso das novas tecnologias na gestão da informação. A parte de atendimento ao público ficou a cargo da Gerente de Atendimento ao Público, Rita de Cássia Rocha.

 

“Eles gostaram muito, ficaram impressionados com a dedicação e envolvimento dos servidores do órgão, o valor que os funcionários dão ao arquivo. Alguns até pensam em seguir carreira nesta área”, avaliou Rafael Fernandes.

 

Crédito da foto: Luiz Neto/ArPDF

Interatividade a partir do incentivo ao conhecimento e compartilhamento de informações. Eis alguns dos tópicos pertinentes na presença do Arquivo Público do Distrito Federal na 14ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Nos últimos sete dias, centenas de estudantes da rede público e privada, e visitantes comuns prestigiaram o estande da instituição arquivística que contou com exposição e exibição de filme produzido especialmente para o encontro.

 

“A participação do ArPDF neste evento reforça sua importância enquanto Ambiente, não só de guarda e preservação, mas também de promotor e divulgador de Educação Cientifica”, destacou a Gerente de Capacitação do órgão, Claudelis Duarte, coordenadora da participação do ArPDF na SNCT. “Com seu riquíssimo e vasto acervo histórico, podemos dar vida e voz aos protagonistas envolvidos na construção e no desenvolvimento da nossa Capital”, observou.

 

A parceria entre o ArPDF e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações mobilizou todos os servidores da institução, desde a logística na estrutura do estande e atendimento, passando pela pesquisa e, claro, a criação de produtos que pudessem despertar a curiosidade do público sobre a história de Brasília a partir do tema: “A Matemática Está em Tudo”. “Fiquei muito feliz em participar desse evento com profissionais tão empenhados e tão dedicados na difusão das informações e divulgação de riquíssimo acervo sob custódia do Arquivo Público do DF”, disse animada Cleice Menezes, Gerente de Divulgação do ArPDF.

 

Além de exposição sobre o projeto de Lucio Costa que deu origem a nova capital, vencido por meio de concurso pelo arquiteto e urbanista, há exatos 60 anos, outra atração do estande foi a exibição de vídeo inédito realizado pela equipe de Coordenação Permanente do órgão. Com pouco mais de 30 minutos de duração, “Memória de Cálculos da Urbanização de Brasília” – título baseado em documento que faz parte do Fundo Novacap do ArPDF com registros de cálculos de 1957 a 1962 -, mostrou por meio de depoimentos pinçados no Programa de História Oral do órgão e imagens, como a decodificação de equações e cálculos complicadíssimos permitiu que a cidade saísse direto do papel para o chão do cerrado.

 

“A importância deste documento está em mostrar a complexidade dos cálculos que foram necessários fazer para que, a simplicidade dos traçados de Lucio Costa, fossem instalados como projeto urbano no Planalto Central do Brasil. É uma excelente fonte de pesquisa, sobretudo para engenheiro, totalmente disponível para consulta no Arquivo Público do DF”, salientou o historiador e Diretor de Pesquisa, Difusão e Acesso do Arquivo Público do Distrito Federal, Elias Manoel da Silva.

 

 

 

 

O Superintendente do Arquivo Público do Distrito Federal, Jomar Nickerson de Almeida, participou, ontem (24), na Universidade de Brasília, da abertura do 2º dia da Semana de Extensão na Faculdade de Ciência da Informação (FCI). No encontro, o gestor do GDF teve a oportunidade de apresentar para alunos do curso de Arquivologia e História da UnB, além de profissionais das duas áreas que prestigiaram o evento, as atividades e ações da instituição arquivística a partir de sua experiência de mais de 20 anos como servidor do órgão.

 

Participaram do encontro também o Diretor do Arquivo Central da UnB, Rodrigo de Freitas Nogueira e o Diretor Regional do Arquivo Nacional, Isaías Santana, ambos, assim como fez o Superintendente do ArPDF, traçando um panorama histórico e esboçando a realidade de cada instituição a qual estavam representando.

 

“É importante olhar para a história das instituições, como elas chegaram até aqui, mas também ver o que elas querem para o futuro”, observou a mediadora do encontro e professora da UnB, Cynthia Roncaglio.

 

Uma das participantes do encontro, a arquivista do Arquivo Central da UnB, Thiara de Almeida Costa, destacou a importância do evento para alunos da área e o papel social do Arquivo Público do Distrito Federal para a sociedade. “Vejo esse evento muito importante para a Universidade, para os alunos e para a sociedade em geral pela oportunidade de todos verificar a atividade desse profissional na prática”, comentou. “Estive no Arquivo Público do DF algum tempo atrás e foi marcante conhecer a realidade de um lugar que um dia pode ser o futuro local de trabalho de qualquer um da área de arquivologia”, destacou.

 

Para a aluna do 8º semestre do curso de arquivologia da UnB, Tainá Oliveira, o conhecimento adquirido por meio de parceria entre a Universidade de Brasília e outras instituições ligadas diretamente com o curso de arquivologia, tem sido bastante proveitoso. “É um grande aprendizado”, disse.

 

Créditos da foto: Ascom/ArPDF

 

O Arquivo Público do Distrito Federal é uma das instituições do Governo de Brasília participantes da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2017, evento que acontece na próxima semana, entre os dias 23 e 29 de outubro, no Pavilhão do Parque da Cidade. Durante sete dias, alunos de várias escolas do Distrito Federal, e visitantes em geral, poderão conhecer o estande da instituição arquivística, que apresentará como conteúdo didático, exposição sobre o projeto de Brasília do arquiteto e urbanista, Lucio Costa, além de documentário inédito produzido pela equipe da Coordenação de Arquivo Permanente do ArPDF.

 

“Não poderia ser mais oportuno já que o Arquivo Público do DF integra a Rede Ciência, que um grupo distrital de educação e divulgação científica”, observa a Gerente de Capacitação do órgão, Claudelis Duarte. Norteado pela temática deste ano da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, ou seja, “A Matemática Está em Tudo”, servidores do ArPDF escolheram, a partir do enorme acervo da instituição, registros históricos que dessem conta dos aspectos matemáticos que foi a implantação do Plano Piloto, no Planalto Central.

 

Além do resgate de depoimentos orais do engenheiro, Augusto Guimarães Filho, e do Agrimensor, Jethro Bello Torres, pesquisados no Programa de História Oral, do ArPDF, dezenas de fotos da época da construção de Brasília, foi fundamental para a elaboração de um roteiro de pouco mais de 30 minutos, as informações técnicas de um documento que empresta o título ao filme: “Memória de Cálculos da Urbanização de Brasília”.

 

Com registros e resumos teóricos datados de 1957 a 1962, o filme, realizado em parceria com o Canal E, da Secretaria de Educação, ilustra como equações e cálculos complicadíssimos, feitos na época, tanto a mão e por calculadoras analógicas, ajudaram a colocar a cidade de Brasília de pé. É o que conta o historiador e Diretor de Pesquisa, Difusão e Acesso do Arquivo Público do Distrito Federal, Elias Manoel da Silva.

 

“A importância deste documento está em mostrar a complexidade dos cálculos que foram necessários fazer para que, a simplicidade dos traçados de Lucio Costa, fossem instalados como projeto urbano no Planalto Central do Brasil. É uma excelente fonte de pesquisa, sobretudo para engenheiro”, comenta o servidor.

 

Para ver o filme, serão disponibilizados aos visitantes do estande do Arquivo Público do DF, na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, dois terminais de computadores.

 

 

Serviço:

14ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.

De 23 a 29 de outubro, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade.

Horários de atendimento no estande do ArPDF :

de segunda a sexta, das 8h30 às 18h.

TERÇA, das 8h30 às 22h.

Sábado e domingo, das 9h às 18h.

 

 

O historiador do ArPDF, Elias Emanoel da Silva (centro), entrevista o pioneiro Jhetro Bello Torres, personagem do documentário produzido pelo órgão

 

 

Em 1898, um grupo de arquivistas holandeses publicaram aquele que seria o primeiro texto ocidental sobre teoria arquivística. O documento, intitulado “Manual para a Organização e Descrição dos Arquivos”, nortearia as regras básicas da profissão que no Brasil é lembrada todo dia 20 de outubro. Para celebrar a data, será realizado no próximo dia 17, uma terça-feira, no Auditório Dom João VI, da Imprensa Nacional, o “Encontro Comemorativo – Dia do Arquivista”.

 

Uma realização do Arquivo Público do Distrito Federal, em parceria com o Arquivo Nacional, o evento tem como objetivo congregar profissionais que atuam na área de gestão de documentos para a difusão de informação e troca de experiências. Embora o público-alvo do encontro seja arquivistas e profissionais que atuam na área de gestão de documentos, tanto na esfera federal, quanto local, qualquer pessoa interessada no tema pode se inscrever no evento por meio do site do Arquivo Público do Distrito Federal.

 

 

Palestras

Profissional que atua em órgãos públicos e privados gerenciando acervos, o arquivista é figura central nos trabalhos de gestão de documentos. A importância deste especialista na área de arquivos será discutida por meio de duas palestras a partir dos temas: “A Visibilidade do Arquivista” e “Os Arquivos como Fonte de Informação ao Jornalista”. O primeiro encontro será debatido pela professora e doutora da Universidade de Brasília, Kátia Isabelli de Bethânia Barros. Jornalista da Câmara dos Deputados com experiência em várias redações de jornais, Cláudio Augusto Ferreira é o convidado da segunda palestra.

Serviço: 

Encontro Comemorativo – Dia do Arquivista.

Dia: 17/10/2017, das 13h30 às 17h30. 

Local: Setor de Indústrias Gráficas – SIG, quadra 06, lote 800, Auditório Dom João VI, Imprensa Nacional, Brasília/DF.

 

 

 

 

                                                P   R   O   G   R   A   M   A   Ç   à  O

 

13h30 – 14h00

– Credenciamento

14h00 – 14h30

– Abertura

– Arquivo Público do DF

– Arquivo Nacional

14h30 – 15h30

– Palestrante:Profa. Dra. Katia Isabelli de Bethania Barros e Melo (UnB)

– Tema: A Visibilidade do Arquivista

15h30 – 16h00

– Intervalo

16h00 – 17h00

– Palestrante: Claudio Augusto Ferreira (Câmara dos Deputados/jornalista da Rádio Câmara)

– Tema: Os Arquivos como Fonte de Informação ao Jornalista

17h00 – 17h30

– Comentários finais/Encerramento.

Programa 1 – O Arquivo Público do Distrito Federal

 

 Programa 2 – A Missão Cruls


Programa 3 – Aniversário de Ceilândia


Programa 4 – O Hino de Brasília

 


Programa 5 – Marianne Peretti – A Dama dos Vitrais


Programa 6 – A Inauguração de Brasília


Programa 7 – O Prefeito Paulo de Tarso Santos


Programa 8 – Affonso Heliodoro, o escudo de JK


Programa 9 – O Projeto do Plano Piloto de Lúcio Costa


Programa 10 – Fundo Privado Juca Chaves


Programa 11 – Joffre Mozart Parada


Programa 12 – Mário Fontenelle


Programa 13 – Aniversário de Taguatinga


Programa 14 – Dia Internacional dos Arquivos


Programa 15 – A Festa dos Estados


Programa 16 – Retratos & Memórias


Programa 17 – Igrejinha


Programa 18 – Israel Pinheiro

 


Programa 19 – 55 da TCB


Programa 20 – Francisco Ozanan e os Ipês


Programa 21 – Athos Bulcão


Programa 22 – Burle Marx


Programa 23 – O Acervo da Biblioteca do ArPDF


Programa 24 – I Encontro de Gestão de Documentos, Informação e Memória do GDF


Programa 25 – Fotógrafos


Programa 26 – Balanço do I Encontro de Gestão de Documentos


Programa 27 – Festival de Brasília


Programa 28 – Israel Pinheiro – O Homem Que Dirigiu a Construção de Brasília


Programa 29 – Tratamento de Acervos Arquivísticos


Programa 30 – Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF)


Programa 31 – Simpósio Brasileiro de Cartografia Histórica


Programa 32 – Joaquim Cardozo


Programa 33 – Palácio de Tábuas


Programa 34 – “Comandante”


Programa 35 – Exposição: Israel Pinheiro


Programa 36 – Fundo ArPDF

 


Programa 37 – Escola de Música de Brasília


Programa 38 –Pioneiras


Programa 39 – 60 anos do projeto do Plano Piloto


Programa 40 – Exposições comemorativas ao aniversário de Brasília


Programa 41 – Yvonne Jean

A Prefeitura do Distrito Federal foi criada pela Lei nº 3.751 de 13 de abril de 1960, sendo seu primeiro Prefeito, o então Presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – Novacap. Em 17 de outubro de 1969, pela Emenda Constitucional nº 1, o Distrito Federal passa a ser dirigido por governadores. No acervo do Arquivo Público é possível pesquisar vários documentos textuais e iconográficos sobre a gestão desses governantes.

 

 

 


Israel Pinheiro da Silva – (17/04/1960 a 31/01/1961)

 

Mineiro de Caeté, em janeiro de 1896, Israel Pinheiro era filho do político João Pinheiro da Silva, que governou o estado de Minas Gerais em 1906. Quando foi convidado por Juscelino Kubitschek a assumir a presidência da Novacap, em 1956, já contava com extensa biografia pública, sendo pioneiro no segmento de metalurgia e da siderurgia no país, indicado em 1942, por Getúlio Vargas, para liderar a Companhia do Vale do Rio Doce.

 

Depois de comandar a construção de Brasília, torna-se o primeiro prefeito de Brasília, governando até a posse de Jânio Quadros em 31/01/1961. Além de responsável pela condução da construção de Brasília, foi também o responsável pela criação de diversos órgãos necessários para organização administrativa da Nova Capital, entre eles: as Secretarias Gerais de Administração e Assistência, que depois foram subdivididas em outras Secretarias e departamentos, a Fundação Educacional, Fundação Hospitalar e Fundação Zoobotânica. Foi ainda governador de Minas Gerais em 1965. Faleceu em 6 de julho de 1973, em Belo Horizonte, aos 77 anos.

 

 


Segismundo de Araújo Mello – (05/05/1960 a 05/08/1960) (Prefeito interino)

 

Nascido em Luziânia, estado de Goiás, em abril de 1915, foi o primeiro Secretário de Governo do Distrito Federal, presidente da Novacap e prefeito interino de maio a agosto de 1960. Teve papel importante no processo de mudança da capital para a região central do país. Foi também conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal.

 

 


Bayard Lucas de Lima – (01/02/1961 a 06/02/1961) (Prefeito interino)

 

Nascido em Bagé, estado do Rio Grande do Sul, em maio de 1906, formou-se em Medicina. Ocupou o governo do DF por cinco dias em fevereiro de 1961, durante a presidência de Jânio Quadros. Foi Secretário de Saúde e Educação na gestão de Israel Pinheiro e Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul. Exerceu como médico em Brasília, diversas funções, dentre elas, a de Diretor do Hospital Distrital, atual Hospital de Base de Brasília.

 

 


Paulo de Tarso Santos – (6/02/1961 a 25/08/1961)

 

De família abastada do interior de São Paulo, Paulo de Tarso nasceu em Araxá (MG) em janeiro de 1926. Formado em Direito pela Universidade de São Paulo, começou a carreira política em 1955 como vereador por São Paulo pelo Partido Democrata Cristão (PDC). Em 1959 foi eleito deputado federal, começando, assim, sua intensa relação com a cidade. Importante parceiro na candidatura de Jânio Quadros, tem o reconhecimento pelos seus serviços prestados com a indicação como prefeito de Brasília em fevereiro de 1961.

 

Entre suas medidas estão a implantação de estrutura administrativa da prefeitura e a urbanização da Asa Norte e do Núcleo Bandeirante, então denominada Cidade Livre. Também foi criado no seu governo a empresa de Transportes Coletivos de Brasília (TCB), a companhia de energia CEB e a contratação de médicos e professores de outros estados para atuar na nova capital.

 

Foi o prefeito Paulo de Tarso quem recebeu o guerrilheiro Ernesto “Che” Guevara durante sua visita à Brasília, levando o líder cubano para sobrevoar a nova capital.

 

Após a renúncia de Jânio Quadros, deixa a prefeitura de Brasília e assume o ministério da Educação e Cultura no governo de João Goulart. Entre os integrantes de sua equipe estavam Darcy Ribeiro, José Serra, Herbert de Souza, o Betinho e Paulo Freire, que implantou o seu método de alfabetização de adultos. Com o Golpe Militar, se exilou no Chile até 1970. Ao regressar, abriu escritório de advocacia até assumir a secretária de educação e cultura do governo Franco Montoro, em São Paulo.

 


Diogo Lordello d Mello – (26/08/1961 a 13/10/1961)

 

Nascido no município baiano de Ruy Barbosa, o advogado Diogo Lordello tinha extensa carreira acadêmcia com passagem, inclusive, pela Universidade norte-americana de Yale, onde se especializou em Comunicações. Entre 1953 e 1954 cursou o doutorado em Administração Pública na Universidade do Sul da Califórnia e em 1961 foi nomeado pelo Presidente da República Secretário-Geral de Administração da Prefeitura do Distrito Federal. Posteriormente, entre setembro e outubro do mesmo ano administrou a nova capital como prefeito interino.

 


Ângelo Dário Rizzi – (13/10/1961 a 6/11/1961)

 

Paulista de Pedreira, Dário Rizzi ocupou interinamente a prefeitura entre outubro e novembro de 1961 no regime parlamentarista do primeiro ministro Tancredo Neves.

 

 


José Sette Câmara Filho – (6/11/1961 a 22/08/1962)

 

José Sette é mineiro de Alfenas (MG). Diplomata, foi chefe da Casa Civil do ex-presidente Juscelino Kubitschek. Em 1960 chegou ao governo do Estado de Guanabara. Durante seu mandato como prefeito de Brasília destacam-se a implantação dos jardins e elaboração de 15 superquadras da Asa Sul. Entre 1978 a 1987 foi membro da Corte Internacional de Haia. Faleceu em maio de 2002, aos 82 anos.

 


Ivo de Magalhães – (28/08/1962 a 31/03/1964)

 

Formado em engenharia pela Escola de Engenharia da UFRJ, o carioca Ivo de Magalhães substitui José Sette Câmara a convite do presidente João Goulart. Entre as principais realizações de seu governo estão a implantação do mercado SAB, além da construção do Parque Gama e do Hospital da mesma cidade. Com a chegada dos militares ao poder em 1964 buscou exílio no Uruguai.

 


Luiz Carlos Victor Pujol – (03/4/1964 a 09/4/1964)

 

 O paulista Luiz Carlos Pujol assumiu a prefeitura de Brasília por apenas três dias antes exerceu várias funções públicas no governo federal antes de assumir a prefeitura interina de Brasília.

 


Ivan de Souza Mendes – (9/04/1964 a 18/05/1964)

 

General do Exército, o carioca Ivan Mendes foi o único militar a ocupar a prefeitura de Brasília. Cargo que exerceu na condição de interino de abril a maio de 1964. Durante o governo Sarney chefiou o SNI – Serviço Nacional de Informações. Esteve à frente da Escola de Comando e Estado Maior do Exército.

 


Plínio Reis de Catanhede Almeida – (18/05/1964 a 15/03/1967)

 

Nomeado pelo presidente Castelo Branco, Plínio Almeida estruturou de modo definitivo a Prefeitura do Distrito Federal entre maio de 1964 e março de 1967. Levou para a prefeitura sua experiência administrativa à frente da presidência do IAPI e do IAPC, superintendência do Porto do Rio de Janeiro, Viação do Governo Parlamentarista e CISIPA. Durante o seu foi inaugurado o Hospital da L2, hoje HMIB (Hospital Materno Infantil de Brasília).

 


Wadjô da Costa Gomide – (31/03/1967 a 30/10/1969)

 

Wadjô Gomide foi o último ocupante do cargo na condição de prefeito. Isso porque na próxima gestão o ocupante da cadeira seria denominado governador. Goiano de Catalão, Gomide chegou à Brasília aos 27 anos, o que lhe confere condição de pioneiro. Engenheiro Civil formado pela Universidade de Minas Gerais, ocupou vários cargos de destaque no governo do Distrito Federal antes de assumir a prefeitura da cidade como o Departamento De Edificações e Assistência da Diretoria da Novacap, além de subprefeito do Núcleo Bandeirante.

 

Em seu governo foram realizadas grandes obras como a construção do Palácio do Buriti, a criação da Bandeira e do Brasão de Armas do Distrito Federal, além das instalações da Companhia Telefônica de Brasília (COTELB) e CEB (Companhia de Eletricidade de Brasília).

A emancipação da cidade do Guará surgiu em seu governo.

 


Hélio Prates da Silveira (12/11/1969 a 02/04/1974)

 

Gaúcho de São Gabriel, Hélio Prates da Silveira chegou ao governo do Distrito Federal após sucessivos cargos na área militar. Foi como tenente-coronel que ocupou o cargo de primeiro governador do Distrito Federal entre 1969 a 1974. No seu governo foram construídos a Ponte das Garças (Gilberto Salomão), o Ginásio Nilson Nelson e Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Foi presidente da Companhia de Erradicação das Invasões (CEI), que deu origem à cidade de Ceilândia em março de 1971.

 


Antônio Avancini Fragomeni – (24/01/1973 a 29/01/1973)

 

O gaúcho Antônio Avancini ocupou o cargo de governo por cinco dias em janeiro de 1971. Economista, fez carreira no Banco do Brasil. No governo do Distrito Federal foi secretário de Finanças e presidente do Banco de Brasília (BRB), quando assumiu o governo de Brasília.

 

 


Octávio Odílio de Oliveira Bittencourt – (14/03/1974 a 02/04/1974)

 

O gaúcho Antônio Avancini ocupou o cargo de governo por cinco dias em janeiro de 1971. Economista, fez carreira no Banco do Brasil. No governo do Distrito Federal foi secretário de Finanças e presidente do Banco de Brasília (BRB), quando assumiu o governo de Brasília.

 


Elmo Serejo Farias – (02/04/1974 a 29/03/1979)

 

Nascido no Maranhão, Elmo Serejo foi nomeado governador do Distrito Federal pelo presidente Ernesto Geisel, notabilizando por fazer uma revolução no sistema viário da cidade. Entre as obras do seu governo destacam a Ponte Costa e Silva, viadutos da W3 Sul e Norte, Via Estrutural e duplicação da L2 Norte, Viaduto do Setor Militar Urbano, o Parque Rogério Piton Farias, hoje Parque da Cidade, Dona Sarah Kubitschek.

 

 


Aimé Alcibíades Silveira Lamaison – (29/03/1979 a 02/07/1982)

 

Coronel do Exército, Aimé Alcibíades era gaúcho de Passo Fundo e exerceu vários cargos no Distrito Federal antes de ser governador como a Segurança Pública do Distrito Federal e Presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo. A Rodoferroviária e as instalações atuais da Novacap estão entre algumas medidas importantes do seu governo.

 

 


 

José Ornellas de Souza Filho – (02/07/1982 a 03/04/1985)

 

O Coronel do Exército carioca José Ornellas ocupou cargos importantes na esfera militar e civil antes de assumir o governo do Distrito Federal. No seu governo destacam-se as rodovias DF-250, trecho do entroncamento da DF-130/DF-250, BR-040 Km “0” divisa do DF/GO, BR-251 Brasília/Unaí e DF-180 Brazlândia até a divisa do Distrito Federal e Goiás.

 

No seu governo defendeu o decreto de criação do Arquivo Público do Distrito Federal, assinado por ele.

 


Ronaldo Costa Couto – (03/04/1985 a 08/05/1985)

 

Mineiro de Luz, o economista e historiador Ronaldo Costa Couto cursou Doutorado em História pela Sorbone, na França. Começou a vida profissional como jornalista em 1962, dedicando-se a pesquisas e estudos de interesse do setor público estadual de Minas Gerais. Entre 1974 e 1975 ocupou o cargo de Superintendente geral do desenvolvimento da Companhia Vale do Rio Doce. Esteve à frente de cargos importantes nos governos do Rio de Janeiro e Minas Gerais, como a presidência do Banco do Desenvolvimento de Minas Gerais do governo de Tancredo Neves. Entre 1985 e 1987 acumulou o cargo de Ministro do Interior com o de governador do Distrito Federal. É autor do premiado livro Brasília Kubitschek de Oliveira, obra que conta a história de Brasília a partir da trajetória de JK.

 

 


 

José Aparecido de Oliveira – (08/05/1985 a 20/09/1988)

 

Nasceu em Conceição do Mato Dentro (MG) em fevereiro de 1929. Começou a carreira como jornalista, comentando sobre política no Jornal Informe Comercial, colaborando na Rádio Inconfidentes e Diários Associados. Integrante da União Democrática Nacional (UDN), foi forte opositor de Juscelino Kubitschek no governo do Distrito Federal. Nesse período participou ativamente do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais e da Associação Mineira de Imprensa. Em 1953 representou o Brasil no I Congresso Mundial de Jornalistas realizado no Chile em 1953. No ano seguinte foi chefe de gabinete do prefeito de Belo Horizonte, Celso Melo de Azevedo. Foi por indicação de José Sarney que José Aparecido ocupou o cargo de governador do Distrito Federal entre maio de 1985 e setembro de 1988.

 

Um dos grandes legados de sua administração foi trabalhar sistematicamente para o tombamento de Brasília como Patrimônio Cultural da Humanidade. O que viria a acontecer em 7 de dezembro de 1987. Outros feitos de seu governo foi a construção do Panteão da Democracia e da Liberdade, Pira da Pátria, Museu de Arte Moderna, do Gran-Circo Lar e da Casa do Cantador estão entre as obras do seu governo. Em dezembro de 1992 o presidente Itamar Franco nomeou José Aparecido embaixador em Lisboa, Portugal. Faleceu em outubro de 2007.

 


Guy Affonso de Almeida Gonçalvez – (Governador interino várias vezes de 1985 a 1988)

 

De formação jornalística, o mineiro Guy Affonso era chefe da Casa Civil do governo de José Aparecido quando assumiu o governo interino por várias vezes entre 1985 e 1988.

 


 

Joaquim Domingos Roriz – (20/09/1988 a 12/03/1990)

 

O goiano Joaquim Roriz é formado em economia e começou a carreira como empresário até ser eleito vereador por Luziânia, sua cidade natal, em 1961. Em 1978 foi eleito deputado estadual e em 1982 deputado federal. Em 1986, vice-governador de Goiás na chapa de Onofre Quinan. Nos anos de 1986, 1987 e 1988 foi interventor Estadual no município de Goiânia, nomeado governador biônico do Distrito Federal em novembro de 1988 pelo então presidente José Sarney. Uma das principais ações de seu primeiro governo foi a criação da cidade satélite de Samambaia, reforma de postos de saúde, além de inúmeras obras e serviços de urbanização.

 

Assumiu o ministério da Agricultura e Reforma Agrária no governo Collor por 15 dias, renunciando ao cargo para disputar o governo do Distrito Federal, de onde saiu vencedor. Em 2006 é eleito senador da república. É pai das deputadas Liliane e Jaqueline Roriz.


 

Wanderley Vallim – (9/03/1990 a 01/01/1991)

 

Vice-governador de Joaquim Roriz, o paulista Wanderley Vallim foi o responsável por inaugurar o acesso à Agrovila São Sebastião (DF-135), a Rodovia Diogo Machado de Araújo (DF-140) e o Pavilhão de Feira e Eventos do Parque da Cidade. Também atuou no ramo da hotelaria.

 

 


 

Joaquim Domingos Roriz – (01/01/1991 a 31/12/1994)

 

No seu segundo mandato Joaquim Roriz construiu e inaugurou o metrô de Brasília trecho ParkShopping à Samambaia. Também construiu várias unidades de Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente (CAIC), além de implementação do sistema de iluminação pública e serviços de infraestrutura de água potável e esgotos sanitários da CAESB.

 


 

 

 

Márcia Kubitschek – (Governadora interina várias vezes de 1991 a 1994)

Filha de Juscelino Kubitschek, Márcia Kubitschek foi deputada Constituinte de 1986 e Vice-Governadora do Distrito Federal entre 1991 a 1994 na chapa de Joaquim Roriz. Mãe de duas filhas, morreu em agosto de 2000, aos 56 anos. Na época estava à frente da vice-presidência da Embratur.

 

 


 

Benício Tavares da Cunha Mello – (20/09/1993 a 26/09/1993)

 

Nascido no Rio de Janeiro em abril de 1956, no Rio de Janeiro, Benício Tavares vive em Brasília desde 1960, ano de fundação da cidade. Formado em Administração de Empresas e Técnico Legislativo do Senado Federal desde a década de 70, começou a vida política quando se destacou como chefe de gabinete do senador Maurício Correia, no início da década de 80. Em 1990 conseguiu se eleger deputado distrital pela primeira vez. De 1993 a 1994 foi presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, período em que exerceu o cargo de governador interino do Distrito Federal.

 Paraplégico, vítima de acidente de carro, é engajado na luta em defesa dos portadores de necessidades especiais. Em 1975 foi um dos fundadores da Associação dos Deficientes Físicos de Brasília (ADFB). Como parlamentar, é autor da maioria da legislação que beneficia portadores de necessidades especiais no Distrito Federal.

 


 

Cristovam Ricardo Cavalcanti Buarque (01/01/1995 a 31/12/1998)

 

Engenheiro mecânico formado pela Universidade Federal de Pernambuco, o pernambucano Cristovam Buarque é Doutor em Economia pela Sorbonne, Paris, em 1973. Entre 1973 a 1979 trabalhou no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington e a partir de 1979 passou a lecionar na Universidade de Brasília. Foi reitor da UnB entre 1985 a 1989 e assumiu o governo do Distrito Federal de 1995 a 1998.

 

 Durante o seu governo implantou o Programa Bolsa-Escola e a 4ª faixa da Ponte Bragueto, Ala Central do Complexo Aeroportuário de Brasília e Centros de Ensino. No seu governo também foi institucionalizado uma iniciativa que ganhou repercussão nacional, o respeito à faixa de pedestre. Em 2002 foi eleito senador no Distrito Federal e nomeado ministro da Educação do governo Lula. Em 2006 foi candidato à presidência da República pelo PDT. Atualmente ocupa novamente uma cadeira no senado brasileiro.


 

Arlete Avelar Sampaio – (Governadora interina várias vezes de 1995 a 1998)

 

Nascida em Iagiba (BA), desde 1971 vive em Brasília. Formada em medicina pela UnB, especializou-se em saúde pública. Em 1994 foi eleita vice-governadora ao lado de Cristovam Buarque, onde teve oportunidade de assumir o governo interino do DF algumas vezes. Em 2002 foi eleita deputada distrital e durante o governo de Agnelo Queiróz assumiu a secretaria de Desenvolvimento Social até janeiro de 2012, quando retornou à Câmara Legislativa do DF.

 


 

Joaquim Domingos Roriz – (01/01/1999 a 31/12/2002)

 

Nesse período destaca como medida do seu governo o Serviço de Atendimento ao Cidadão, o Na Hora, a construção e inauguração do balão do Aeroporto, Viaduto de Samambaia, Viaduto do Balão do Torto e dos restaurantes comunitários de Samambaia, Ceilândia, Santa Maria, São Sebastião e Paranoá. Também inaugurou a Ponte JK e a construção do Hospital do Paranoá.

 


 

Benedito Augusto Domingos – (Governador Interino várias vezes de 1999 a 2002)

 

Mineiro de São Sebastião do Paraíso (MG), Benedito Domingos chegou à capital em 1958 aos 24 anos. Formado em Direito, foi indicado como administrador regional de Taguatinga em 1979, se elegendo deputado federal em 1990. Reeleito em 1994, foi vice-governador de Joaquim Roriz em 1998.

 


 

Joaquim Domingos Roriz – (01/012003 a 31/03/2006)

 

Eleito governador pela quarta vez, Roriz criou nesse governo o Programa Renda Universitária, deu início à construção da Biblioteca do Complexo da República e Museu Nacional, além de ter reformado e ampliado o Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Também revitalizou o sistema viário do Pistão Sul.

 

 


Maria de Lourdes Abadia – (Governadora interina várias vezes de 2003 a 2006)

 

Nascida em Bela Vista (GO), Maria Abadia é professora e assistente social. Em 1971, foi administradora regional de Ceilândia, permanecendo no cargo durante 14 anos. Em 1987 foi eleita deputada federal e em 1991 deputada distrital. Quatro anos, no governo de Cristovam Buarque, foi nomeada secretária de Turismo do Distrito Federal. Em 1999 voltou a ser eleita deputada federal. De 2003 a 2006 assumiu a vice-governadoria do Distrito Federal na chapa de Joaquim Roriz.

 

 


Fábio Barcellos – (Governador interino várias vezes de 2004 a 2006)

 

 Eleito três vezes presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal, o carioca Fábio Barcellos desempenhou papel fundamental nas conquistas da categoria. Foi eleito deputado distrital e presidiu a Câmara Legislativa do DF no biênio 2005/2006, período que também assumiu a função de governador interino por várias vezes.

 


 

Maria de Lourdes Abadia (01/042006 a 31/12/2006)

 

De volta ao comando do Distrito Federal, desta vez por oito meses, teve como medidas relevantes melhorias urbanas, fiscalização de todas as feiras livres e permanentes da cidade, aumento de patrulhamento nas quadras do Plano Piloto, a dupla “Cosme e Damião” e inaugurou a Casa do Diabético de Planaltina.

 

Nesse período do seu governo também foi firmada uma parceria entre o Governo do Distrito Federal e Ministério da Cultura para a reconstrução da Igreja Nossa Senhora do Rosário de Pompéia, a Igreja da Vila Planalto, destruída por um incêndio em março de 2000. O santuário é tombado como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco desde 1998.

 


 

José Roberto Arruda – (01/01/2007 a 31/12/2010)

 

Mineiro de Itajubá, José Roberto Arruda estudou e formou em Engenharia, vindo para Brasília aos 21 anos em 1975 para fazer estágio na Companhia Energética de Brasília (CEB). Um ano depois, aprovado em concurso público, assume o cargo de engenheiro da empresa. A carreira política teve início no governo Aimé Lamaison, como diretor da Novacap e em seguida da CEB.

 

No governo de José Aparecido foi Secretário de Modernização Administrativa e Informática do Ministério das Minas e Energia. No primeiro governo Roriz, entre 1988 e 1990, assumiu o Gabinete Civil do Governo do Distrito Federal. Logo depois assumiu a Secretaria de Obras do DF construindo a primeira etapa do Metrô local com 32 quilômetros.

 

De 1995 a 2001 foi eleito senador da república e deputado federal em 2002. Em 2006 foi eleito governador do Distrito Federal no primeiro turno. Entre suas principais ações estão a ampliação do Estádio Bezerrão, construção de 23 escolas e do Shopping Popular da Rodoferroviária, além do Hospital de Santa Maria e quatros viadutos na EPTG.

 


 

 

Paulo Octávio Alves Pereira – (Governador interino várias vezes de 2007 a 2010) 

 

Nascido em Lavras (MG), o empresário Paulo Octávio é formado em economia pela Universidade de Brasília (UnB), atuando no mercado imobiliário desde 1971. A carreira na política teve início em 1990, quando foi eleito o deputado federal mais votado daquele pleito com quase 40 mil votos. Em 1998 voltou a ser eleito o deputado mais votado com mais de 72 mil votos. Na Câmara teve importante papel na luta pelos interesses do Turismo em Brasília. Bandeira que abraçou e levou para o Senado, em 2002. É casado com Anna Christina Kubitschek Pereira, neta do fundador de Brasília Juscelino Kubitschek.

 


 

Wilson Lima (Governador interino entre 23 de fevereiro e 19 de abril)

 

Goiano de Ceres, Wilson Ferreira de Lima chegou em Brasília em 1968, fixando na cidade do Gama, onde se tornou empresário no ramo de supermercado. A estreia na política aconteceu em 1990, disputando uma vaga de deputado distrital pelo Partido do Solidarismo Libertador. Após outra frustrada tentativa em 1994, finalmente consegue se eleger em 1998 pelo PSD.

 

Tenta a reeleição em 2002, mas obtém a suplência. Exerce eventualmente o mandato até 11 de agosto de 2004, quando assume o mandato em definitivo em razão da cassação do mandato do deputado Carlos Xavier.

 

Em 2006 é novamente eleito Deputado Distrital, agora pelo Prona. Em 2010 assume a presidência da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Em 2010, diante da crise política em que Brasília vivia, assume interinamente o governo do Distrito Federal.


 

Rogério Schumann Rosso – (19/04/2010 a 01/01/2011)

 

Formado em Direito pelo UniCeub, o carioca Rogério Rosso é especialista em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas e em Direito Tributário também pelo Ceub. Trabalhou em empresas como a Caterpillar Inc. e Mercedes-Benz antes de ser diretor da Fiat em Brasília.

 

Durante o governo de Joaquim Roriz foi secretário de Desenvolvimento Econômico e também Administrador Regional de Ceilândia. Foi durante a sua gestão na cidade satélite que surgiu o Ceilambódromo, com a transferência do carnaval do Plano Piloto para Ceilândia. Durante o governo de José Roberto foi presidente da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan). Em 2006 se candidatou a deputado federal sem conseguir se eleger.

 


 

 

Agnelo Queiróz – (01/01/2011 a 31/12/2014)

 

Formado em medicina pela Universidade Federal da Bahia, o baiano Agnelo Queiroz mudou para Brasília em meados dos anos 80, onde deu os primeiros passos na carreira política atuando como presidente da Associação Nacional dos Médicos Residentes. Em 1990 se elege deputado distrital e quatro anos depois chega ao Congresso Nacional como deputado federal, se reelegendo em dois mandatos seguidos.

 

Durante o governo Lula ocupou o ministério do Esporte, se licenciando para disputar uma vaga no senado, perdendo a disputa para Joaquim Roriz. Em outubro de 2007 assume a direção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Em outubro de 2010 se elege governador do Distrito Federal.

 

Entre as medidas do seu governo estão a garantia do passe livre para os estudantes do Distrito Federal, beneficiando transporte gratuito para cerca de 165 estudantes. No seu governo foi construído o Estádio nacional Mané Garrincha.


 

 

Rodrigo Rollemberg  (Desde 2015) 

 

Rodrigo Rollemberg é formado em História pela Universidade de Brasília UnB, iniciando a atividade política no movimento estudantil, participando ativamente do processo de reconstrução da UNE. É filiado ao PSB, seu único partido, desde 1985.

 

Foi duas vezes deputado distrital (1995 a 1996 e de 1999 a 2002), secretário de Turismo (janeiro de 1996 a abril de 1998), candidato a governador (2002), secretário de Inclusão Social do Ministério de Ciência e Tecnologia (2004 a 2006), deputado federal (2007 a 2010) e senador (2011 a 2014). É o atual governador do Distrito Federal, eleito com 812.036 votos.

 

Também assumiu as pastas de Turismo, Lazer e Juventude, no governo Cristovam e Secretaria de C&T para Inclusão Social do MCT. è o 18º governador do Distrito Federal, desde 2015 no comando da capital do país.

 

 

Arquivo Público do Distrito Federal - Governo de Brasília

Sede: SGO Qd. 05 Lote 23 Bloco B – Brasília/DF – CEP: 70610-650 Telefone: (61) 3361-7739 | E-mail: arquivopublico@arpdf.df.gov.br